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20 de junho de 2011

Macaé recebe maior feira petrolífera do Brasil

Por Nathália Andrade

De 14 a 17 de junho, acontece em Macaé a feira líder do mercado petrolífero no país. A Brasil Offshore é o terceiro maior evento do setor no mundo e é realizada a cada dois anos no Macaé Centro.

A ocasião é uma oportunidade para o surgimento de novos negócios relacionados ao petróleo e, nesta edição, conta com a participação de mais de 700 expositores e representantes de 37 países, que têm a oportunidade de expor seus produtos e serviços e interagir, compartilhando experiências e viabilizando o fechamento de novos contratos.

O Prefeito da cidade, Riverton Mussi, fez a abertura do evento e falou sobre a importância da feira, que já é um marco em Macaé e mexe com a infraestrutura de todo o município.

“É muito bom termos, em nossa cidade, representantes das maiores empresas de petróleo do mundo. A prefeitura está de portas abertas para receber a todos que queiram investir em Macaé, oferecendo inúmeras facilidades”, afirmou o prefeito.

25 de maio de 2011

Imposto Verde beneficiará cidade da Região dos Lagos


             Projeto coloca a economia de Cabo Frio a serviço do homem
  Por Vinícius Pereira


Já implantado em vários estados do Brasil, o “Imposto Verde” reserva de 0,5% a 5% do ICMS para a construção e proteção de áreas verdes em diversos municípios que contribuem à preservação do meio ambiente. Com a chegada da Coleta Seletiva em Cabo Frio, este benefício se tornará uma realidade e poderá trazer incentivos diretos à prática de políticas ligadas à melhoria de projetos relativos à degradação ambiental.

O imposto, que foi primeiramente implantado no Paraná, vem dando certo e se expandindo por todo o país. Hoje ele já vigora em 12 estados e outros 12 estão em processo de implantação. O percentual reservado pelo ICMS é distribuído aos municípios que se comprometem com a preservação do meio ambiente e aplicado a diversas ações, dentre as quais há a conservação de áreas verdes, que geram visibilidade e chamam as atenções não somente dos envolvidos diretamente no projeto, mas também de toda sociedade.
Rodrigo Macedo, um dos fundadores da Cooperforte, acredita que a economia do município será aquecida, abrindo possibilidades a favor do meio ambiente e, ao mesmo tempo, atribuindo um peso significativo ao orçamento do município. “A Coorperforte vai proporcionar a oportunidade de Cabo Frio arrecadar uma parcela maior do imposto. Essa verba poderá ser aplicada diretamente na questão do aterro sanitário que hoje é pago” – afirma o coletor.            Práticas como essas estão sendo aprimoradas cada vez mais dentro da sociedade atual. As ações que visam à sustentabilidade estão garantindo uma vida melhor e mais satisfatória para ela mesma e para as gerações futuras. Cabo Frio, assim como as outras cidades da Região dos Lagos, agora está mais próxima dessa realidade, que aos poucos vai preenchendo as necessidades ambientais e econômicas da cidade.

Olho: “A Coorperforte vai proporcionar a oportunidade de Cabo Frio arrecadar uma parcela maior do imposto”.

Criatividade para vencer a crise

Por Daniele de Sá

Acabou-se o que era doce. Depois de anos adormecido, o dragão da inflação, para desespero do consumidor brasileiro, acordou de um sono profundo.

E como desgraça pouca é bobagem, os maiores prejudicados são sempre os mais pobres. É o que afirma o IDC-C1 de abril, que mede a inflação de quem recebe até dois salários e meio por mês (R$ 1362,50).

Para driblar a crise, nada como a boa e velha criatividade do povo brasileiro, que em tempos de vacas magras, lança mão de algumas estratégias na hora de ir às compras.

1- Listinha: Faça uma lista prévia de compras antes de ir ao supermercado. Isso evita que você leve para casa produtos supérfluos.

2- Promoções: Cuidado para não levar gato por lebre. Produtos com prazos de validade prestes a vencer costumam sair mais baratos.

3- Programa mais familiar: Troque o chope de final de semana com os amigos por programas caseiros. Eles saem mais em conta, e o bolso agradece.

4- Deixe as crianças em casa: O apelo dos pequenos costuma ser avassalador. Chantagistas emocionais de carteirinha, sempre acabam levando quitutes para casa.

5- Compare preços: Vire colecionador (a) de encartes de supermercado. As lojas costumam cobrir as ofertas quando os clientes apresentam os encartes.

6- Dica importante: Faça compras maiores na segunda quinzena do mês, que é quando as lojas atraem clientes com promoções.

11 de maio de 2011

Paintball movimenta a economia na Região dos Lagos


Por Joyce Rocha 



Esporte que conta com cerca de 12 milhões de praticantes em todo o mundo, o  paintball, chegou na Região dos Lagos encantando jovens e adultos, além de movimentar a economia da região.  

O paintball teve origem nos Estados Unidos, em 1981, quando um grupo de doze pessoas resolveu brincar de “captura a bandeira”, utilizando as armas desenvolvidas por engenheiros florestais para marcar árvores e trilhas. Pode ser considerado um esporte de combate, individual ou em equipes, e usa  armas de ar comprimido que atiram bolas com tinta colorida.
O objetivo é atingir o oponente, marcando suas roupas com tinta.  Cada lado da disputa costuma usar uma cor diferente, tornando fácil identificar a origem do tiro.

Cada jogo tem uma duração máxima variando de 10 a 15 minutos em campeonatos. O jogador é eliminado quando uma bola o atinge e estoura, em qualquer lugar do corpo ou equipamento que ele usa dentro do campo.  Existem juízes dentro do campo para verificar a eliminação dos jogadores. Vencerá o jogo a equipe que conseguir agarrar e levar a bandeira até a base inimiga ou ter eliminado toda a equipe adversária. Acabando o tempo limite do round, vence a equipe que tiver a bandeira, se ninguém estiver com ela, a equipe que a agarrou primeiro e se ninguém a tiver agarrado durante o jogo vence a equipe que tiver eliminado mais jogadores adversários.

O valor individual é de R$ 30,00 por 2 horas de jogo. O jogo é composto de no mínimo 20 participantes. 

“A Região do Lagos é  um lugar  proprício para a prática do paintball, por ser uma região turística”- garante Eduardo Mello, proprietário de um terreno de paintball em Araruama .

4 de maio de 2011

Casamento real movimenta bilhões ao cofre inglês

Por Monique Nunes


A união do príncipe William com a plebeia Kate Middleton rendeu cerca de 3 bilhões de libras esterlinas para a economia inglesa. Com a publicação do casamento, o mercado de souvenirs teve crescimento de 20% em toda Europa. Nas lojas de Londres, os produtos mais procurados eram as lembranças com nomes e fotos do casal.

Várias empresas aproveitaram o enlace matrimonial para garantir a venda de produtos, como o caso da rede de supermercados Asda, líder em vendas de xícaras e pratos de porcelana estampados com a cara dos noivos. O vestido azul da grife brasileira Issa, usado por Kate no dia do anúncio de seu noivado, foi copiado pela loja Tesco e bateu recorde de vendas, já que o preço era acessível ao público. Ursos de pelúcia e bonecos com características dos noivos agradaram o público infantil.

A procura dentro do comércio eletrônico foi grande. Vários sites de compras ingleses disponibilizaram os produtos, entre eles o site Royal CollectionTrust, que cuida da coleção real. Canecas, pratos, coraçõezinhos de veludo e toalhas de chá foram os mais procurados pelo público que acessaram o site.

A indústria Crown Jewels, fabricante de camisinhas, inovou nas lembrancinhas do casamento real epolemizou ao lançar preservativos com a cara dos noivos na caixa. O desejo da empresa é que o casalpossa ter uma união real de prazer. Isso, sem dúvida, fugiu ao protocolo inglês.

Além da economia, o turismo teve um aumento significativo. Os hotéis da cidade estiveram cheios. Algumas famílias inglesas conseguiram aumentar a renda nesse período, alugando não só imóveis, como também partes da casa para acomodar os turistas de toda parte do mundo que não encontraram vagas nos hotéis e pousadas de Londres.

6 de abril de 2011

Arraial do Cabo recebe aumento dos royalties

Por Natalia R. S Brito

Desde que assumiu a prefeitura de Arraial do Cabo, em janeiro de 2009, o prefeito Wanderson Cardoso de Brito, o Andinho, não vem medindo esforços para trazer recursos para a cidade. Mesmo questionado e criticado por muitos pela ausência na cidade, o prefeito sempre acreditou que um dia iria fazer a diferença e escrever uma nova história no município. Andinho enfrentou e bateu de frente com muita gente para vencer mais uma batalha – o reconhecimento de Arraial do Cabo como município produtor de petróleo pela Agência Nacional de Petróleo (ANP).
Há um ano, o prefeito trava uma luta para aumentar a arrecadação dos royalties de Arraial do Cabo, que era de, aproximadamente, R$400 mil/mês. Mas agora chegou a tão esperada notícia. O presidente ANP, Haroldo Lima, reconheceu a cidade como município da zona principal de produção de petróleo e, com isso, Arraial passará a receber royalties como município produtor, a exemplo de Cabo Frio, Búzios, Quissamã, Macaé e Campos.
“Conseguimos! Os royalties saíram! A ANP reconheceu Arraial do Cabo como município produtor”, anunciou Andinho, emocionado. “Agora nós vamos trabalhar para transformar a nossa cidade e mostrar que viemos aqui para fazer a diferença. Arraial do Cabo será uma cidade modelo”, concluiu.
De acordo com o vice-prefeito, Reginaldo Mendes, o governo municipal participou de várias reuniões na Agência Nacional de Petróleo, em Brasília, com o objetivo de mostrar a importância geográfica de Arraial do Cabo como produtora, uma vez que o município abrange as Bacias de Campos e Santos.
“Deu certo. A partir de agora, o nosso município passa a receber cerca de R$ 3,5 milhões/mês e a primeira parcela sai em abril. E, a próxima luta é para receber a diferença das parcelas retroativas dos royalties”, disse Mendes, lembrando que a luta para reconhecer Arraial como cidade produtora de petróleo é antiga e a vitória dessa conquista é fruto de muita articulação do atual governo municipal, com ajuda fundamental da bancada de deputados federais e senadores.
Emancipada em 1985, Arraial do Cabo vive agora a expectativa de voltar a ter seus anos de glórias da época de Álcalis e sair do marasmo financeiro que assola a cidade há vários anos. E tudo começou em 2009, com liberação da Licença Ambiental do Porto do Forno para trabalhar de forma regular. “Agora é arregaçar as mangas e trabalhar, porque temos muito a fazer pela nossa cidade”, concluiu Andinho.

30 de março de 2011

Contratação de estrangeiros aquece setor de recepção e treinamento intercultural

por Nathália Andrade

A escassez da mão de obra qualificada em diversos setores que movimentam a economia brasileira desperta a demanda de contratação de funcionários estrangeiros. Entretanto, uma pesquisa da Harvad Business Review, publicada em 1999, revela que a não-adaptação cultural é uma das principais causas de insucesso dessa contratação, chamada de “expatriação”.

23 de março de 2011

Preparatórios para concursos movimentam R$ 1 bi ao ano no país

Por Nathália Andrade

Dados do Ministério do Planejamento trazem a estimativa de que, em dez anos, cerca de 60% dos servidores públicos federais se aposentarão. Em 2009, o Boletim Estatístico de Pessoal mostrou que há 514 mil servidores públicos federais da ativa no Poder Executivo. Dos homens, que para se aposentarem integralmente precisam ter idade mínima de 60 anos e 35 anos de contribuição, 10,2% estão entre 46 e 50 anos; 10,7% entre 51 e 55 anos; e 7,9% entre 56 e 60 anos.

Cabo Frio desperta interesses econômicos no mundo do E-Commerce

Por: Joyce Rocha



Os portais de ofertas diárias são de origem americana e se replicaram a toda velocidade nos cinco continentes; hoje faturam bilhões de dólares ao redor do mundo. Esse mercado chega ao Brasil com toda a força e disputa o clique de milhares de usuários.