25 de maio de 2011

O tempo e o bem estar


Por Olívia Vidal

Vivemos em uma época em que o tempo é um dos fatores mais importantes para a humanidade – podemos utilizar até aquela famosa frase: “ tempo é dinheiro”. Pode até ser que tempo não seja dinheiro, mas o investimento do próprio levará uma pessoa a um futuro promissor. Falando nisso, não podemos esquecer de um dos objetos da economia: o processo de escolha . Mas será que estamos utilizando bem o nosso tempo? Estamos apostando no que nos é primordial?

Essa racionalização e tentativa de aceleração nos faz muitas vezes esquecer do que realmente é importante, o que leva a realizar todo esse apanhado de tarefas: a saúde. É nesse contexto que entram os meios de massa.

Além da otimização do fator tempo, nos deparamos com o avanço das novas tecnologias e da necessidade de informação a cada instante. Acabamos nos tornando multifuncionais, de forma em que, ao mesmo tempo em que estamos pegando uma condução, estamos de olho no que é notícia, na previsão do tempo e como o transito está nas principais avenidas ou estradas. Por isso, os meios estão captando a tendência do que seria a manutenção da saúde e apostando no que leva o bem estar dos seus ouvintes, colaborando o seu papel social.

Podemos ver essa nova tendência na Rede Globo, com campanhas de esclarecimentos gratuitas à população e programas como o “Bem estar”, que passa nas manhãs da emissora e no Fantástico. Este mês, o enfoque será nas doenças da tireóide. Muitos não sabem, mas os distúrbios da tireóide podem ter efeitos no funcionamento de órgãos como coração, cérebro, fígado e rins. Pode intervir também no crescimento de jovens e adolescentes, no humor , nos ciclos menstruais, na memória, no peso e até causar sonolência. Esses fatores podem invalidar muitos processos que fazemos diariamente, deixando-nos com um menor aproveitamento em tarefas como estudar e trabalhar. Dessa forma, fica a dica: vamos reservar um tempo para a saúde.

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