Depois de longos dias de paralisação, parece que os vigilantes voltaram a trabalhar normalmente, fazendo com que a vida do atordoado morador da Região dos Lagos voltasse ao normal. Vários dias de bancos fechados, e o resultado todo mundo já sabe: muito caos e muita fila para o pobre trabalhador. Atualmente, quem resolveu pôr as mangas de fora foram os bombeiros.
Serviços que são essenciais para vida de todos estão sofrendo paralisações, as tão conhecidas greves. Tudo isso nos remete a pensar se esse é o melhor caminho a ser seguido quando o que está em jogo é o direito, o bem-estar e, às vezes, até mesmo a vida de pessoas, de seres humanos. Será a greve um direito absoluto trabalhador?
O assunto é polêmico e vem sempre à tona quando alguma classe trabalhadora está insatisfeita. O direito à greve está amparado pelo disposto nos artigos 9° e 37º, capítulo VII, da Constituição Federal, mas que tem seus limites estabelecidos pela Lei 7.783, de 28 de junho de 1989, para que o mesmo não se torne abusivo.
A população deve estar atenta pra que as greves não ultrapassem os limites e se torne abusiva quando o assunto são serviços como: tratamento e abastecimento de água; produção e distribuição de energia elétrica, gás e combustíveis; assistência médica e hospitalar; distribuição e comercialização de medicamentos; transporte coletivo; captação e tratamento de esgoto e lixo, entre outros.
O governo e os órgãos responsáveis podem e devem punir todos aqueles que forem contra o que está estabelecido nas leis que regem essas manifestações. O povo brasileiro já passou por muitas situações em relação ao assunto em questão e já aprendeu bastante; o que não pode acontecer é deixar “virar moda”. A nação verde e amarela deve abrir os olhos e perceber que é pra frente que se anda, e não para trás.
O governo e os órgãos responsáveis podem e devem punir todos aqueles que forem contra o que está estabelecido nas leis que regem essas manifestações. O povo brasileiro já passou por muitas situações em relação ao assunto em questão e já aprendeu bastante; o que não pode acontecer é deixar “virar moda”. A nação verde e amarela deve abrir os olhos e perceber que é pra frente que se anda, e não para trás.
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